terça-feira, 24 de julho de 2012

A Aloe abranda os efeitos colaterais típicos da radio e da quimioterapia

Doutrina dos Capilares

Aplicação de radioterapia

A radioterapia é comparável a uma intervenção cirúrgica. O raio do radioterapeuta encontra seu correspondente no “aço“ do cirurgião. Assim como a cirurgia, a radioterapia representa uma medida terapêutica local, onde seu efeito ou possível efeito colateral se limita à região do corpo tratada, diferenciando-se, assim, de uma terapia sistêmica, como a medicamentosa. Independentemente do princípio terapêutico normal (radioterapia, cirurgia, quimioterapia), o tratamento do tumor pode ser curativo (voltado à cura) ou paliativo (voltado ao alívio das dores), quando a cura já não é mais possível.

A respeito da radiooncologia, o Prof. Dr. Rolf-P. Müller escreve, para o Grupo de Trabalho de Oncologia Radiológica (ARO), o seguinte: “Aproximadamente 55 % dos pacientes procuram a terapia com um tumor ainda limitado a uma área; cerca de dois terços deles podem ser curados com terapias locais (cirurgia e/ou radioterapia). Os 45 % restantes chegam com a doença em estado já avançado, com formação de metástases. Destes pacientes, 70 % recebem o tratamento da radioterapia. Essa serve, basicamente, para combater as dores e outros sintomas; somente em poucos casos, uma cura da doença nesse estado avançado é possível pela medicina acadêmica.

A área a ser atingida pela radiação é o DNA (ácido desoxirribonucléico), que se encontra no núcleo de cada célula. Esse é o portador da informação genética que em cada divisão celular é transmitida às células secundárias. Uma radiação provoca danos ao DNA que, em grande parte, são reparados por enzimas das próprias células. Alguns deles, porém, são irreversíveis ou não são reparados corretamente. A célula procede, então, a mais 2 ou 3 divisões, antes de perder essa capacidade. Em etapas seguintes, as células danificadas são decompostas e os fragmentos resultantes eliminados pelo sistema imunológico do organismo.

Em princípio, o efeito da radiação sobre o tecido canceroso e sobre o tecido sadio do corpo é o mesmo. Também não é possível constatar diferenças na capacidade reparadora de células normais ou tumorais. Em comparação com os tecidos sadios, a alimentação das células dos tumores com nutrientes e, principalmente, com oxigênio é deficiente (devido aos capilares estreitados e ressecados). Como conseqüência de hipoxemia há por um lado, menor eficácia na reparação de danos no DNA das células tumorais e, por outro, destruição em menor escala de células tumorais, devido à falta de sensibilidade ao oxigênio. Um efeito terapêutico da radiação só pode ser alcançado se a dosagem de radiação no tumor for, sensivelmente, maior que no tecido normal. Na assim chamada radioterapia fracionada, não se aplica de uma só vez a dosagem necessária à erradicação do tumor; mas, sim, em muitas porções menores, as frações.

Efeitos colaterais da radioterapia

O esquema otimizado da, assim denominada, radioterapia fracionada percutânea decorre do equilibro entre a alta probabilidade de destruição do tumor com os possíveis efeitos colaterais da radiação. Esses podem ocorrer durante a aplicação dos raios e, então, são, geralmente, reversíveis. Meses e até anos após o tratamento, podem surgir conseqüências crônicas da radiação, das quais, via de regra, só podem ser tratados os sintomas. De maneira geral, é válido afirmar que, em qualquer tecido do corpo, podem se fazer sentir efeitos colaterais agudos ou crônicos da radioterapia, prevalecendo uma ou outra reação conforme o tecido.

A ocorrência desses efeitos colaterais é, porém, determinada em grande parte pela quantidade de radiações aplicada e pela extensão do campo irradiado; pois, basicamente, os efeitos colaterais só aparecem nos órgãos e regiões do corpo em que as radiações foram aplicadas diretamente. Uma exceção é constituída por cansaço e enjôo sentidos, às vezes, no início da radioterapia e causados, provavelmente, pela inundação do organismo por produtos residuais das células dos tumores.

Efeitos colaterais agudos da radiação, geralmente, manifestam-se primeiro em forma de hiperemia (irrigação sangüínea aumentada) e de um edema (inchaço) no órgão ou região do corpo atingida. Devido ao fato de que, durante a radiação, também a divisão celular nos tecidos normais fica prejudicada; o suprimento sangüíneo reduzido leva a uma falta de células novas para um bom funcionamento naquele órgão.

A função desse órgão é afetada em maior ou menor intensidade, conforme a sensibilidade individual à radiação e o número de aplicações ministradas. Efeitos colaterais típicos são a epiteliólise (separação) do epitélio da pele, inflamação aguda da mucosa, a perda de função, geralmente temporária, das glândulas salivares e sudoríferas, a disenteria causada pela perda de células no intestino delgado e intestino grosso, perturbações na formação de sangue na medula com déficit de glóbulos brancos (leucopenia), inflamações agudas na bexiga urinária (cistite), bem como inchaço no cérebro (edema cerebral).

Os efeitos colaterais tardios e crônicos fazem-se sentir nos órgãos irradiados com uma freqüência de 5 a 11 %. Aí ocorre, de forma relativamente uniforme, uma multiplicação dos tecidos conjuntivos (fibrose), perda duradoura de funções de células orgânicas (atrofia), ressecamento de vasos capilares supridores de oxigênio e substâncias nutrientes, com alargamento das arteríolas e vênulas anteriores (telangiectasia), bem como perdas correlatas de funcionamento do órgão. Há também alguns poucos casos de efeitos colaterais crônicos típicos, como a fibrose pulmonar causada pelas radiações, oclusão intestinal (ileo) induzida por radioemanação, além da formação de calosidades no tecido gorduroso da derme, no tecido conjuntivo e musculatura.

A principal dificuldade do radioterapeuta reside em evitar futuros efeitos colaterais irreversíveis, ao mesmo tempo em que deve procurar alcançar o efeito máximo de destruição do tumor. A magnitude dos possíveis efeitos colaterais é determinada, principalmente, pela dosagem total e pela dose diária aplicada. Como regra geral, considera-se que, quanto maior a dosagem total e a dose diária, mais intenso é o possível efeito colateral.

A Aloe nunca deveria faltar na radioterapia

O sumo natural da Aloe presta inestimáveis serviços na atenuação e eliminação dos desagradáveis efeitos colaterais do tratamento por radiações. Em seu rico tesouro de experiências, o padre Romano Zago pôde catalogar muitos relatórios de pacientes que tinham se beneficiados do poder da Aloe, paralelamente, tomada durante a radioterapia. Mais de 70 % dos pacientes foram unânimes em confirmar ter ocorrido uma forte redução de efeitos colaterais. Freqüentemente relatam não ter sentido nenhum deles.

Comecemos pela proteção da pele. Horas antes e logo depois de cada radiação, ela deveria receber um tratamento generoso de gel de Aloe. Por seu intermédio, pode-se evitar ou reduzir, sensivelmente a irritação da pele submetida à radiação, como a epiteliólise úmida (separação) do epitélio, bem como diminuir a destruição de glândulas sudoríparas.

Sabemos, igualmente, que a Aloe provoca o alargamento dos capilares que haviam sido estreitados pela radioatividade, seu diâmetro volta à sua forma natural e sadia. Isso melhora o transporte de resíduos celulares do tumor, o que também possibilita superar cansaço e evitar enjôos. Ainda que o tratamento por radiações provoque o alargamento das arteríolas e vênulas anteriores, os importantes vasos capilares, ao contrário, sofrem uma constrição e até mesmo uma oclusão total, afetando, assim, os processos de nutrição das células e a remoção dos resíduos do metabolismo, ou mesmo paralisando-os por inteiro.

A aplicação de radiações em tumores de cabeça e garganta conduz a um ressecamento, entre outros, dos capilares que alimentam o sistema dentário com água, vitaminas e substâncias minerais. Falhas nesse abastecimento podem levar os dentes à morte ou esmigalhá-los como areia. Nesse caso poderia ajudar bastante um tratamento suplementar da região bucal com suco de Aloe, irrigando com ele a gengiva diariamente por mais de 2 horas, o que abre novamente os capilares para o reabastecimento dos dentes. Dessa maneira, talvez também seja possível ativar a salivação.

A reação dos capilares à radioterapia, que se manifesta na forma de redução de seu corte transversal, é a causa dos indesejáveis efeitos colaterais da, seguramente, valiosa radioterapia. Com base em todas essas observações, a radioterapia deveria, para o bem do paciente, vir sempre acompanhada de bastante Aloe (ministrada interna e externamente). Se, graças a ela, os 150.000 km de capilares do organismo humano apresentarem o diâmetro sadio e normal, os temidos efeitos colaterais da radioterapia serão insignificantes em aproximadamente 70 % dos casos.

Os efeitos colaterais da quimioterapia

Quem tem câncer e deve ser submetido “apenas“ à quimioterapia teve sorte. Mas, se observarmos melhor essa “sorte“, perceberemos logo que as conseqüências da assim denominada terapia citostática são bastante desagradáveis. Para muitos pacientes e também para seus médicos, a aplicação de uma quimioterapia está automaticamente ligada a uma permanência hospitalar.

Seguramente, na maioria dos casos, tal terapia por si só não justificaria um tratamento hospitalar. Poucas formas de aplicação terapêutica são tão complexas que só possam ter êxito sob condições hospitalares. Também são poucas as que apresentam tantos efeitos colaterais que justifiquem a terapia e permanência no hospital para observações posteriores. A internação só é, necessária em quadros clínicos especiais.

Para o êxito de uma terapia , os efeitos colaterais que mais perturbam o paciente ou colocam-no em risco, devem ser tratados com cuidado. Um dos pontos centrais, pelo qual se avalia como um procedimento quimioterápico é aceito e suportado, é, a ânsia de vômito ligada à terapia. Justamente numa situação em que os pacientes necessitam de força e vontade de viver, eles se sentem fracos e debilitados, reclamam de cansaço e do fato de seu estado psicológico ter chegado ao ponto mais baixo, quando o que precisam é, exatamente, do contrário. Por isso é importante que se procure afastar, desde o início, a possibilidade de ocorrência desses desagradáveis efeitos colaterais. Para isso a Imperatriz das Plantas Medicinais, a Aloe, se apresenta como solução segura e natural.

Qualquer paciente, potencialmente, sujeito à quimioterapia teme, além da perda dos cabelos, a possível náusea e ânsia de vômito. Com referência a isso, deve-se tomar conhecimento dos conceitos e definições, pois nem toda forma de náusea pode ser considerada igual a outra, e cada uma, exige do médico um procedimento diferenciado. Importante é fixar o momento da manifestação do mal-estar, pois as náuseas podem ser agudas, tardias ou antecipadas (antecipatórias).

Alguns medicamentos empregados no tratamento de tumores também se caracterizam por provocar náuseas tanto num prazo curto, logo após serem ministrados, quanto por prazo mais longo, não sendo, assim, possível separar a náusea aguda da tardia.

O vômito é um reflexo nato, que protege o organismo da ingestão de alimentos estragados ou tóxicos. Dessa maneira, o vômito pode ser provocado, localmente, por substâncias em atuação no trato gastrointestinal; mas, ao lado dessa forma periférica, existe também uma que é central e que muitos conhecem por aglomerações. Fortes estímulos no sentido orientativo, conjugados com informações contrastantes captadas pelos olhos, provocam igualmente náusea e vômito não menos forte. Por meio de intensa pesquisa foi possível esclarecer o mecanismo essencial da sua origem. A serotonina, uma substância liberada por determinadas células do trato gastrointestinal (enterocromafínicas), ocupa receptores correspondentes no vago (um importante complexo de nervos do sistema neuro-vegetativo), que levam a uma central no cérebro e dá, assim, o sinal de partida para o vômito.

Determinadas regiões do cérebro também podem ser estimuladas diretamente por preparados quimioterapêuticos e provocar o vômito (tendo igualmente a serotina como portadora). Esse mecanismo da serotina, no entanto, é uma explicação válida apenas para a ânsia aguda.

Medicamentos da quimioterapia

Como efeitos colaterais, encontramos não somente a ânsia de vômito, mas toda uma série adicional de mal-estares ligados aos medicamentos empregados na quimioterapia, como listados a seguir:
Cisplatina (Platinex): Diminuição do número de glóbulos brancos, vômito intenso e náuseas, prejuízo da capacidade auditiva e das funções renais.
Cyclofosfamida (Endoxan): Diminuição de leucócitos, náusea e vômito intenso, formigamento na boca durante a injeção e, com menor freqüência, inflamações nas mucosas da boca. Perda de cabelos e, possível, inflamação da mucosa da bexiga.
Doxorubizina (Adriblastin): Provoca redução de leucócitos, perda de cabelo, náusea (em menor intensidade em relação a outros medicamentos), inflamações e abcessos na mucosa bucal, coloração avermelhada da urina, não perigosa. A sua aplicação freqüente pode ocasionar dano ao músculo cardíaco e, por isso, o controle por meio de eletrocardiograma é indispensável..
MTX Methotrexate: Um efeito colateral de MTX faz sentir-se nas mucosas, principalmente, com inflamações na boca, bem como no esôfago e intestino. Faz-se necessário cuidadoso tratamento bucal. Não causa vômito ou só, raramente. Diminuição do número de leucócitos.
VCR - Vincristina: Só, raramente, náuseas. Queda de cabelos. Prejuízo nos nervos periféricos, isto é, todos menos os cerebrais e da medula, geralmente nos nervos das pernas. Isso pode manifestar-se como fraqueza ou sensação de surdez. Esses sintomas costumam regredir alguns meses depois do tratamento. Podem ocorrer dores de barriga, dos ossos e muitas vezes obstipações.

Além disso, muitos pacientes sofrem com desagradáveis fungos, que muitas vezes aparecem como efeito colateral da quimioterapia.

A Aloe alivia os efeitos colaterais da quimioterapia

A Aloe se presta, naturalmente, ao alívio dos muitos efeitos colaterais desagradáveis da quimioterapia. Mediante o uso da mistura Aloe/mel/álcool, foram alcançados sucessos impressionantes. Os pacientes que, concomitantemente à quimioterapia, fizeram uso dessa mistura, relatam, em sua maioria, que eles mal se sentiram prejudicados em seu bem-estar.

Em muitos casos, mesmo a costumeira perda de cabelos pôde ser evitada, porque cerca de 70 % dos pacientes reagem muito bem à Aloe. Basta que a pele que recobre a cabeça seja fartamente enxaguada com gel de Aloe antes e durante a quimioterapia. Como a Aloe penetra rapidamente através da epiderme, chega à raiz dos cabelos e dilata o diâmetro dos capilares, fazendo com que a queda de cabelos seja evitada ou muito reduzida.

O gel da Aloe deve ser esfregado no couro cabeludo e deixado secar. Na manhã seguinte, os cabelos devem ser lavados com água fria e o couro cabeludo tratado novamente com gel fresco de Aloe. Os pacientes que, em paralelo à quimioterapia, tomaram a Aloe somente por via oral (3 x ao dia uma colher de sopa antes das refeições), portanto sem aplicação externa, mencionam, em muitos casos, a costumeira queda de cabelos; mas, de qualquer maneira relatam muito entusiasmados, a diminuição sensível dos demais efeitos colaterais, sobretudo das ânsias de vômito. Já não se sentem mais tão debilitados e cansados, sentindo maior vontade de viver.

É importante saber: Nosso organismo reage às consagradas radio e quimioterapia com uma redução do diâmetro dos capilares, que chegam a ficar ressecados. O estreitamento ou ressecamento dos capilares é a causa de muitos efeitos colaterais dessas terapias. Como a Aloe tem essa abençoada propriedade de restabelecer-lhes o diâmetro, os efeitos colaterais são evitados ou muito reduzidos. O que confirma, mais uma vez, minha doutrina dos capilares.

Nos Estados Unidos, está muito difundido o uso da bebida vital da Aloe. Muitos médicos já a prescrevem ou recomendem para uso simultâneo às radio e quimioterapias devido aos seu excelentes resultados. Tal fato, leva-nos a crer que, em breve, este procedimento será, universalmente, padronizado.

Como se vê, o que se sabe sobre essa miraculosa planta, na Europa Central, ainda repousa sobre escritos históricos inteiramente superados, remontando a um tempo em que os cristais da Aloe eram a principal matéria-prima de muitos medicamentos. O fato da Aloe cristalizada, produzida por aquecimento e fervura do suco extraído de suas folhas, por isso desnaturada e, portanto, “morta“, ter sido substituída pela Aloe em forma natural, infelizmente não conseguiu, até agora, seu lugar nem nos livros nem nas universidades da medicina.

No entanto, o médico que tomar conhecimento da Doutrina dos Capilares e das propriedades da Aloe, não a dispensará como coadjuvante das terapias médicas tradicionais.

Do Livro:


Os Capilares Determinam Nosso Destino

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Suco de aloe vera com maçã e uvas

Vitaminas: A ,C e E.
Minerais: magnésio, manganês, zinco, cobre, cromo, cálcio, sódio e potássio.
Aminoácidos: oferece 7 dos 8 aminoácidos essenciais que não podem ser fabricados pelo corpo e têm que ser adquiridos através da alimentação
1 litro

Aloe Berry Nectar é constituído do puro gel de Aloe vera estabilizado acrescido do suco concentrado de uva-do-monte e maçã. É constituído por 88% do puro gel de Aloe vera estabilizado presente no Aloe Vera Gel acrescido do suco concentrado de uva-do-monte (cranberry) e maçã - cranberry. Caso o sabor ácido do Aloe Berry Nectar que lembra o Campari (sem álcool) seja muito forte, é possível amenizá-lo com a adição de água, embora, mesmo puro, seja do agrado de muitas crianças.

POSSIBILIDADES DE USO DO ALOE BERRY NECTAR
O Aloe Berry Nectar conjuga as propriedades do Aloe Vera Gel como as específicas da uva-do-monte e da maçã. É importante, entretanto, destacar seu potencial regularizador e tonificante sobre o sistema circulatório, hepático, respiratório e urinário, cuja conseqüência é a desintoxicação e revitalização do organismo. Agilidade mental; Bacteriúria; Câncer; Cistite; Colesterol; Congestão do sistema respiratório; Convalescença; Desintoxicação e Revitalização do Organismo; Disfunções renais, hepáticas e mentais; Dor de cabeça; Edemas; Envelhecimento; Enxaqueca; Escorbuto; Estresse oxidativo; Febres; Forte odor na urina; Fortificação do coração; Gota; Gripes; Infecção dos Rins e da Bexiga; Inflamações em geral; Intoxicação do Fígado e dos Intestinos; Menstruação Irregular; Nefrite; Osteoporose; Pedras na Vesícula; Pielonefrite; Piúria; Prisão de Ventre; Problemas de Circulação e de Memória; Problemas relativos à Menopausa; Processos Degenerativos; Protuberância da Barriga; Prostatite; Regularização e Tonificação do Sistema Circulatório, Hepático, Respiratório e Urinário; Resfriados; Retenção de líquido; Sangue "grosso"; Sangue na Urina; Sangramento Gengival; Úlceras gástricas.

Quero destacar um problema que atinge 8 de cada 10 mulheres "A retenção Líquida"
- Por trabalhar muito na região dos rins o Berry nectar lhe proporcionara uma grande perda de liquidos retidos e levando a diminuição do inchaço do corpo. Algumas pessoas sofrem de retenção líquida, que se manifesta por inchaço (edema), normalmente nos membros inferiores. Na maioria das vezes a pessoa não percebe, achando que é gordura, e não consegue atingir os resultados esperados através de dietas de emagrecimento.
Retenção líquida ou hídrica é uma situação onde ocorre acúmulo de líquidos nos tecidos do organismo. Pode ocorrer devido às alterações no sistema que controla esta função (hidro-eletrolítico).
Além de algumas doenças, certos medicamentos hormonais podem levar a este desequilíbrio. Na fase pré-menstrual é muito comum a ocorrência de retenção líquida, pois ocorre um aumento na taxa hormonal, ocasionando aumento de peso.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Cinco nutrientes importantes a suplementar


  • Vitamina A
  • Vitamina D
  • Vitamina K2
  • Magnésio
  • Vitamina C

Vitamina A (retinol)

A vitamina A é um importante catalisador para uma variedade de processos bioquímicos do corpo. É necessário para a assimilação de proteínas, minerais e vitaminas solúveis em água, e atua também como antioxidante protegendo o corpo contra os danos dos radicais livres.  A vitamina A (retinol) é encontrada em quantidades significativas somente em órgãos de animais, como o fígado. Para atender as necessidades de vitamina A (supondo que você não vai comer órgãos de animais), é recomendo a suplementação com óleo de fígado de bacalhau para fornecer uma dose de 10-15.000 UI por dia. O óleo de fígado de bacalhau é a fonte ideal de vitamina A, pois também contém vitamina E e vitamina D, que protege contra a toxicidade da A.

A vitamina D

Muito tem sido escrito sobre os benefícios da suplementação de vitamina D que é absolutamente crítico para a saúde. Podemos obter vitamina D a partir de duas fontes: alimentos, e do sol. O peixe é a única fonte importante de vitamina D, mas você ainda terá que comer muito para conseguir obter a quantidade suficiente. 220-250 gramas de arenque fornece cerca de 2.000 UI de vitamina D, que é uma exigência mínima diária para a maioria das pessoas a manter níveis sanguíneos adequados. Sabemos que as vitaminas K2 e A protegem contra a toxicidade da vitamina D, e vice-versa. É por isso que é tão importante para suplementar-se com todas as vitaminas liposolúveis juntas.
E quanto à luz do sol?  Bem, ao sol do meio-dia de verão com uma pele clara, 30 minutos da luz solar direta irão produzir 10-20.000 UI de vitamina D. Mas este é o cenário mais optimista.Com uma pele mais escura, ou diferentes épocas do ano, ou edifícios que bloqueiam a luz do sol, ou aumento do tempo passado dentro de casa, não iremos produzir tanta. Também é verdade que o envelhecimento, o excesso de peso e a inflamação cronica reduzem a nossa conversão da luz solar em vitamina D. É por isso que a luz solar por si só, normalmente não é uma fonte suficiente de vitamina D. Com isso em mente, a maioria das pessoas deve suplementar-se com vitamina D.Como ocorre com a vitamina A, a melhor fonte de vitamina D é o óleo de fígado de bacalhau. Que contém não só as vitaminas A e D, mas também a vitamina E natural, quinonas entre outros.

A vitamina K2

A vitamina K2 pode ser a vitamina mais importante, que a maioria das pessoas nunca ouviu falar. É necessária para ativar as proteínas e também regula o metabolismo do cálcio (mantendo-o nos ossos e dentes, onde ele pertence, e fora dos tecidos moles, onde não pertence). Níveis elevados de cálcio no sangue, aumentam significativamente o risco de doença cardiovascular,o que explica o fato da vitamina K2 ter vindo a mostrar resultados na prevenção de ataques do coração e arteriosclerose. Além disso, também fortalece os ossos.
É importante ressaltar que a vitamina K2 não é o mesma que a vitamina K1, que é encontrada em vegetais verdes folhosos como couve e brócolos. Uma certa percentagem de vitamina K1 é convertida em K2 no nosso corpo, mas essa conversão é ineficiente em seres humanos. No entanto, é eficiente em animais ruminantes – razão pela qual as vacas alimentadas a erva são a fonte mais adequada de vitamina K2 na dieta. Isto é verdade apenas com animais criados a pasto, porque eles comem a erva rica em K1, que lhes permite convertê-la em K2.
A maioria das pessoas deve apontar para pelo menos 100 mcg/d de uma combinação de alimentos e suplementos. Se você comer uma grande quantidade de queijo de vaca alimentada a erva e as gemas de ovos orgânicos, você pode ser capaz de conseguir esta quantidade apenas através da alimentação. 100 g de queijo duro contém 67 mcg, e 6 gemas orgânicas contêm cerca de 32 mcg. Caso contrário, a suplementação seria provavelmente benéfica.
É recomendada uma dose de 1 mg/d na forma de MK-4, que é a forma de vitamina K2 encontrada em produtos lácteos e que mostraram possuir os maiores benefícios em estudos clínicos. Existe uma outra forma, o MK-7, que é encontrada em alimentos fermentados como o “natto” (soja fermentada), mas não demonstrou as mesmas propriedades do MK-4, em estudos clínicos.

Magnésio

Existem poucos compostos no organismo mais importantes para a saúde geral do organismo do que o magnésio. Mais de 300 enzimas necessitam dele, incluindo cada enzima associada com o ATP e as enzimas necessárias para sintetizar DNA, RNA e proteínas. O magnésio também desempenha um papel importante nas membranas de células ósseas, uma vez que contribuem para o transporte de iões através da superfície da membrana.
O magnésio também é de difícil obtenção a partir dos alimentos. As nozes e sementes são as maiores fontes, mas é difícil ingerir a quantidade suficiente deles para satisfazer as necessidades de magnésio, sem ingerir demasiada gordura polinsaturada. Outro problema é que os níveis de magnésio nos alimentos diminuíram à medida que os solos estão cada vez mais empobrecidos. A deficiência de magnésio não é um problema ligeiro. Tem consequências sérias – até mesmo fatais. Causa sintomas como cãibras musculares, arritmias cardíacas, tremores, dores de cabeça e refluxo ácido, e é associada a doenças cardiovasculares, hipertensão, síndrome metabólica, diabetes, enxaquecas, TPM, asma, hipotiroidismo. De fato, é difícil encontrar uma doença moderna a que a deficiência de magnésio não esteja associada.
Devido a isso, todos se devem suplementar com magnésio. A ingestão de 400-800 mg/d obtidos a partir de uma combinação de alimentos e suplementos seria o ideal. Como a maioria das pessoas ingerem menos de 50 mg/d a partir dos alimentos, o ideal seria uma dose de 400-600 mg/d em forma de suplemento. É recomendado usar formas quelatadas de magnésio como o glicinato e malato, porque são mais bem absorvidos e tendem a ter menos efeitos colaterais.

Vitamina C

A vitamina C é necessária para a construção dos componentes estruturais do corpo, e para manter os níveis de glutationa, o principal antioxidante do corpo. Mas a deficiência de vitamina C também é comum.

É difícil obter os níveis adequados de vitamina C a partir da dieta. A acerola é a maior fonte alimentar de vitamina C, com 1.677 mg por 100g. O pimentão vermelho cozido contém 235 mg, sendo que também é uma das maiores fontes dietéticas.Se você estiver a lidar com um problema de saúde crônico, ou a lutar contra uma infecção, pode tomar vários gramas por dia, sem efeitos tóxicos. No entanto, é melhor espaçar as doses de modo a evitar a diarreia.

Outros concorrentes

Para além das vitaminas liposolúveis A, D e K2, magnésio e vitamina C, alguns podem querer considerar a suplementação com selênio e iodo. O selênio desempenha um papel importante na função da tiróide, que afecta todos os aspectos da fisiologia. A dose recomendada é de aproximadamente 200 mcg/d.
O selênio é abundante em carnes orgânicas, peixes oceânicos e castanha do pará. Uma castanha do pará contém 100 mcg de selênio, mas também contém 1 g de ácido linoléico ómega-6, que como vocês sabem a partir dos artigos anteriores da série, queremos limitar de forma significativa. É por isso que eu não recomendo castanha do pará como fonte de selênio. Os peixes do oceano são também boas fontes de selênio. 100 g de bacalhau contém cerca de 150 mcg.
Iodo também desempenha um papel crucial na função da tiróide e impede danos ao cérebro e fortalece o sistema imunológico. O montante de iodo necessário para a função da tiróide é incrivelmente pequeno: necessitamos de cerca de uma colher de chá de iodo durante toda a vida para evitar a deficiência.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Energético FAB Forever Active Boost

Semelhanças ao Red Bull: Ele também tem Taurina, Cafeína e Inositol nas mesmas proporções. O FAB também possui Glucoronolactona, porém em uma concentração 10 vezes maior.
 
Diferenciais do Forever Active Boost - FAB

10x + Glucoronolactona: esta substância é formada, em nosso corpo, a partir da glicose e auxilia nos processos de eliminação de toxinas endógenas e exógenas. De acordo com os fabricantes, na atividade física age como um desintoxicante, diminuindo a fadiga e melhorando o desempenho.
A glucoronolactona é um tipo de carboidrato biossintetizado a partir da glicose, podendo ser encontrado também no vinho tinto, cereais, maçãs e peras. É essencial para a desintoxicação e metabolismo de ampla variedade de xenobióticos e medicamentos, via conjugação no fígado, que são eliminados na urina.


FAB possui algumas exclusividades:


Acerola confere benefícios à saúde em órgãos como o coração e o fígado, que ajuda a sintetizar o colágeno e neutraliza a inflamação e a febre, e que ajuda a curar feridas e promove a saúde do sistema imunológico. Contém antioxidantes, como Vitamina C, beta-caroteno e antocianinas. Os antioxidantes protegem os tecidos do corpo da oxidação (envelhecimento). Contém sais minerais fisiologicamente importantes como o Potássio, Cálcio, Magnésio e Ferro.

A Cranberry é conhecida como a fruta reguladora dos hormônios, por isso, atua com bastante eficácia nos sintomas da menopausa: ressecamento da vagina, irritação, ansiedade, nervosismo, memória fraca, dores musculares e das articulações, calores e algumas vezes suores frios, dores de cabeça, diminuição da libido, dificuldades para dormir, depressão, problemas urinários etc.
É ainda planta anticancerígena, combate a osteoporose e indicada como tônico muscular nas práticas desportivas, por possuir alto teor de potássio. Depurativa do sangue, anti-séptica, vermífuga, digestiva, calmante, diurética, laxativa, refrescante, adstringente e muito útil nos problemas da tireoide. Possui poderosas propriedades antioxidantes por sua combinação de vitamina C com E contribuindo assim para o rejuvenescimento e beleza da pele. A amora também ajuda a prevenir infecção urinária, reduzir o risco de úlcera e câncer no estômago.

Açaí é rico em proteínas, gordura vegetal, vitaminas, ( vitamina B1, vitamina C e vitamina E) e minerais, como ferro, fósforo, cálcio e potássio. Contém altos níveis de fitoquímicos antioxidantes tais como, a cianidina. ácidos oleicos, palmíticos, palmitoleico e cianídrico, amido, fibras, lignina, niacina, proteína, tanino.
Indicações terapêuticas do açaí: prevenção e redução das doenças correlacionadas a efeitos nocivos de radicais livres, como enfermidades cardiovasculares e circulatórias e cancerígenas. Devido á sua rica composição, pode ter colaboração positiva para muitas doenças e problemas de pele, como acne, dermatite atópica e nos tratamentos anti-idade, muitas vezes relacionados com processos inflamatórios. Ajuda a manter um sistema imunológico saudável. É rico em proteínas, fibras, lipídios, vitamina E minerais, além de apresentar elevado teor de antocianinas. A quantidade de flavonoides do açaí é 30 vezes a quantidade encontrada no vinho tinto.
O extraído do açaí é composto de ácidos graxos de boa qualidade, com 60% de monoinsaturados e 13% de poli insaturados. Com relação às proteínas, possui teor superior ao do leite (3,50%) e do ovo (12,49%), enquanto o perfil em aminoácidos é semelhante ao do ovo.
Contém uma grande quantidade de vitaminas e de antioxidantes em sua composição que atuam diretamente na eliminação dos radicais livres. A polpa do açaí, alimento consumido por nove entre dez praticantes de desportos radicais, também possui propriedades que protegem contra a hiperplasia da próstata, revelou um estudo da Faculdade de Farmácia da UBR (Universidade do Brasil — ex-UFRJ).
O extrato de açaí possui elevado teor de antocianinas que garantem melhor circulação sanguínea e protegem o organismo contra o acúmulo de placas de gordura. As antocianinas são pigmentos solúveis em água responsáveis pela coloração avermelhada observada nos frutos.
Indicações terapêuticas do açaí: prevenção e redução das doenças correlacionadas a efeitos nocivos de radicais livres, como enfermidades cardiovasculares e circulatórias e cancerígenas. Devido á sua rica composição, pode ter colaboração positiva para muitas doenças e problemas de pele, como acne, dermatite atópica e nos tratamentos anti-idade, muitas vezes relacionados com processos inflamatórios. Ajuda a manter um sistema imunológico saudável.

O Guaraná é reconhecido como estimulante e revigorante. Antioxidante poderoso. Praticantes de esportes devem incluir em suas dietas o guaraná, para melhorar o desempenho. Estimulando a liberação de dopamina e adrenalina na circulação sanguínea, o extrato de guaraná é empregado para conferir vigor.